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POR QUE AVALIAMOS ASSIM? Reflexões sobre o habitus avaliativo docente do professor de Matemática
R$0,00A produção brasileira na área de Educação em Ciências e Matemática continua crescendo nos últimos anos, em virtude, principalmente, da expansão de novos cursos de pós-graduação. Seguindo esse movimento, a produção oriunda de pesquisadores e profissionais da região amazônica, bem como sobre a Amazônia, também se ampliou, reflexo da abertura de novos cursos nessa região. Todavia, refletindo as assimetrias da Educação
Superior no Brasil, essa produção ainda é considerada pequena, se comparada a outras regiões do país, e pouco circula nas Instituições de Ensino Superior e em escolas da Educação Básica da região. Esta Série surge em 2023 como uma ação direcionada a diminuir esse hiato. A Série Educação em Ciências e Matemática na Amazônia busca publicar obras resultantes de pesquisas acadêmicas e de alta relevância para a área, principalmente as que impactem diretamente a educação básica, no contexto da região amazônica, bem como nacional e internacionalmente, oriundas de teses e dissertações e projetos de pesquisa, desenvolvidos individualmente, em grupos de pesquisa ou em rede. O público leitor principal a que se destinam as
obras são professores da educação básica, gestores educacionais, formadores de professores, pesquisadores e alunos de graduação, dentre outros. A publicação desta Série é produto das atividades desenvolvidas pela
Rede de Educação Científica e Matemática (Recima) e possui custeio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no âmbito do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) na
Amazônia Legal.
Práticas inovadoras no Ensino de Ciências e de Matemática : perspectivas teóricas e metodológicas
R$0,00A obra Práticas inovadoras no Ensino de Ciências e de Matemática:
perspectivas teóricas e metodológicas constitui-se como resultado de um pro
jeto colaborativo de formação de professores-pesquisadores, financiado pela
FAPEMIG, e reúne discussões atuais sobre inovação educacional no âmbito do
Ensino de Ciências e Matemática. Os capítulos exploram concepções, meto
dologias e experiências que problematizam o sentido de “inovação” para além
de sua associação restrita a recursos tecnológicos, destacando-a como prática
situada, crítica e transformadora. Nesse percurso, são discutidas abordagens
como metodologias ativas, ensino por projetos, sala de aula invertida, rotação
por estações, gamificação, movimento maker, STEAM, pensamento compu
tacional, dentre outras. A coletânea evidencia que inovar implica dialogar com
contextos escolares, currículos, políticas públicas e práticas docentes, conside
rando dimensões éticas, sociais e pedagógicas. Assim, o livro oferece subsídios
para pesquisadores, professores e estudantes refletirem sobre a construção de
propostas educacionais críticas e reflexivas. Trata-se, portanto, de uma contri
buição relevante ao debate contemporâneo sobre a formação docente, a res
significação dos processos de ensino e de aprendizagem e sobre a inovação
educacional
Problemas Históricos para o Ensino de Conceitos da Probabilidade
R$40,00Neste livro é apresentada uma proposta didática apoiada em problemas históricos para trabalhar conceitos da Probabilidade no Ensino Médio. Esta proposta foi elaborada no âmbito de uma pesquisa de mestrado e é constituída por três momentos, sendo cada um dedicado a um problema histórico para tratar dos conceitos da Probabilidade. O primeiro momento é dedicado ao Problema dos Dados, por meio do qual são abordados os conceitos de experimento aleatório, espaço amostral, evento e tipos de eventos. Depois, é apresentado o Problema dos Pontos, que marca o início do desenvolvimento da Teoria da Probabilidade, por meio do qual é discutida a definição do cálculo das probabilidades. Por fim, o Dilema de Monty Hall é explorado com vistas a ensinar os conceitos de probabilidade condicional. Entende-se que esta abordagem de problemas históricos pode contribuir à aprendizagem de conceitos de probabilidade, possibilitando que os estudantes desenvolvam uma percepção mais humana e menos excludente da Matemática.
Ou 3x de R$13,33 s/ juros
PROPOSIÇÕES METODOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICAS
R$0,00O livro intitulado: “Proposições Metodológicas em Educação em Ciências e Matemáticas” tem como objetivo “Compreender as tendências e abordagens voltadas para o processo de pesquisa em Educação em Ciências e Matemática, especialmente, os tipos de pesquisa; seus instrumentos e técnicas de recolha
e de análises das informações face ao objeto e temática a ser desenvolvidos por pós-graduandos”. Eu acrescentaria ainda, decorrente disso, um desafio aos pós-graduandos (co-produtores deste livro)
em escreverem um artigo, atividade importante para quem está iniciando a carreira de pesquisador, bem como para os Programas de Pós-graduação, nos quais esses estudantes estão vinculados de modo a ser submetido e publicado em periódicos qualificados na área, o que acredito ter peso significativo quando das avaliações quadrienais pela CAPES.
Teoria da Objetivação – Pesquisas em Educação Matemàtica e em Educação em Ciências
R$120,00Este livro nasceu dos trabalhos de pesquisa apresentados e discutidos pelos estudantes e pesquisadores que participaram de um estágio de formação intitulado “Estágio de Pesquisa em Teoria da Objetivação”, ministrado pelo professor Luis Radford (idealizador da Teoria da Objetivação) e apoiada pela Rede Internacional de Colaboração Acadêmica – RICTO em parceria com o Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática – PPGECM da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. O objetivo desta obra é, além de divulgar e colaborar, incentivar estudos e pesquisas que pretendem uti lizar a Teoria da Objetivação (TO) como base teórico-metodológica e ou para aqueles que buscam estabelecer um diálogo com a TO a partir dos olhares de outras teorias. A TO é uma teoria que além de interpretar e refletir sobre os fenômenos de aprendizagem em uma perspectiva dialética e coletiva, oferece um convite para refletir e transformar as práticas pedagógicas e a sala de aula em um local onde os estudantes e os professores trabalham juntos para o encontro e a tomada de consciência de saberes culturais que os transformam. Nesse trabalho, eles se coproduzem, coletivamente, transformando a sua realidade, ao participar da experiência da vida coletiva solidária, plural e inclusiva.
9786555635188
Ou 3x de R$40,00 s/ juros
Travessias em Educação Matemática: Experiências, afetos e investigações
R$0,00As palavras mencionadas na epígrafe me levaram a refletir sobre as mais
diversas compreensões acerca do que se concebe como arte e matemática, no sentido de manifestação humana concernente à criatividade, beleza, universalidade, simetria e dinamismo, como qualidades que frequentemente usamos quando nos referimos quer às artes, quer às matemáticas. Beleza e rigor são comuns a ambas. A matemática tem um notável potencial para revelar estruturas e padrões que nos permitem compreender o mundo que nos rodeia. Desenvolve a capacidade de sonhar e permite imaginar mundos diferentes em busca de tornar possível sua representação, além de dar, também, a possibilidade de comunicar ao mundo esses sonhos e imaginações, de forma clara e não ambígua. A esse respeito, é justamente essa capacidade de enriquecer o imaginário de forma estruturada e representativa, que sempre atraiu e continua a atrair criadores dos mais diversos tipos e estilos das artes e tem influenciado as mais diversas correntes artísticas e matemáticas, pois como a história nos mostra, em muitos casos a matemática tem seu desenvolvimento conceitual motivado por concepções de ordem estética. A beleza é, de fato, o objeto principal do raciocínio e das demonstrações matemáticas, posto que, tanto o matemático, como o pintor ou poeta, exercitam criativamente a produção de padrões, tanto nas formas e cores como nas palavras, nas ideias e combinações lógicas e elaborações analógicas. Todas essas manifestações sociocognitivas e culturais apresentadas por poetas, pintores e matemáticos são expostas como padrões de beleza em cada um dos campos, ou seja, todas têm uma estética em que as ideias, tal como as cores, as palavras ou os sons, devem ajustar-se de forma harmoniosa. Conforme mencionei anteriormente, as ideias expostas por mim, neste
prefácio, se constituem em um mantra ou um mote para que o leitor possa abrir as portas de entrada em um cenário por onde circularão os elementos que configurarão um movimento coletivo de pensamentos e práticas em pesquisas que envolvem artes, ciência e formação que convergiram para a gênese e desenvolvimento de um grupo de pesquisa em torno dos conceitos, funda- mentos e métodos conformadores de uma epistemologia da visualidade como um campo de pesquisa voltado à formação de professores de matemática e sua práxis.
Ao longo dessas duas décadas pude, em diversos momentos, (com)viver interativamente nas ações formativas, investigativas e de integração profissional docente que propiciou a instituição, constituição e institucionalização do coletivo que atualmente representa o Grupo de Estudos Contemporâneos e Educação Matemática – GECEM, da Universidade Federal de Santa Catarina. A leitura dos originais deste livro me possibilitou identificar como seus autores manifestam suas ideias e reflexões acerca das múltiplas formas de tomar a pluralidade das artes para dar encaminhamentos às pesquisas no âmbito da formação pós-graduada no campo da Educação Matemática. Portanto, considero que esta publicação representa uma forma de testemunho do tempo e do trabalho coletivo do grupo que, de certo modo, representa uma trajetória composta por desafios, criatividade, rigor, empenho e compromisso com a formação científica em Educação Matemática, a partir dos investimentos em direção a um novo subcampo de estudos e pesquisas, que envolve as relações entre as artes e a Educação Matemática. É com essa finalidade que este livro produzido coletivamente pelo GECEM, expressa o serestar dos diversos pesquisadores do grupo, que se dedicam a essa temática, por meio de suas sinopses sociocognitivas e culturais presentes entre o gesto e o conceito, como expressões poéticas de movimentos coletivos que concretamente se mostram nas interrelações centradas em matemática, arte, visualidade e formação de professores. Na mesma esteira tecida pelo GECEM, o livro se estabelece como um atlas cuja cartografia aponta as diversas bifurcações, percursos abertos e trilha- dos pelo grupo em duas décadas de existência. Trata-se da construção de uma territorialização epistemológica constituinte de uma vida que se transforma com matemática e arte, a partir de uma configuração espacial epistemológica exposta na forma de um desenho que contém uma coletânea de escritos esparsos que, por vezes, evidenciam aspectos históricos, representacionais e práticas matemáticas que dão contorno aos ensinos, às formações de professores e às
expressões estéticas visuais de ampliação matemática. Considero, também, que em determinados momentos o livro se caracteriza por uma escrita de ensaios-testemunhos referentes às trajetórias de transformação sociocognitiva e cultural de cada um e de todos os membros do grupo na forma de descrições, reflexões e apontamentos de resultados de suas pesquisas, com vistas a caracterizar o coletivo e estilo de pensamento que configura o grupo em seus modos de ser e estar no campo da Educação Matemática em suas conexões com as emergências da contemporaneidade. É nesse formato de publicação que o livro está organizado em dez capítu-
los reflexivos sobre a vivência formativa dos participantes do grupo, como uma maneira de valorizar o empreendimento acadêmico estabelecido desde a sua gênese até o contexto atual das disseminações de ideias em outros subcampos aos quais se inseriram seus membros anteriores e atuais, bem como na inserção
continuada de novos membros ao grupo. Cabe aos leitores adentrarem na leitura de cada um e de todos os capí-
tulos a fim de mergulharem nos temas abordados, para assim poderem extrair as essências que emanam de cada texto e do livro como um todo, de modo a compreender a poematemática expressa na cartografia que compõe o atlas estabelecido pelo grupo. Assim, o leitor poderá compreender a essência das leituras, discussões e reflexões que demarcam a territorialização epistêmica que compõe a Epistemologia do GECEM em seu movimento singular e plural no campo da Educação Matemática. Desejo uma ótima e enriquecedora leitura.
Vigotski, Bakhtin e nossos trabalhos
R$100,00Trabalho, energia, campo, força, potencial, movimento e referencial… Apesar de a Física estar de alguma maneira presente, não são exatamente estes os temas abordados neste livro. Ao percorrer suas páginas o leitor encontrará diferentes trabalhos orientados pela mesma educadora, a professora Dra. Maria da Conceição de Almeida Barbosa-Lima, organizadora deste compêndio. São textos que versam sobre o Ensino de Ciências para alunos deficientes visuais, as relações entre Ciência e Arte, temas de Física, Química e Educação Ambiental. Uma verdadeira superposição construtiva de campos.
Educar é isso: O professor, carregado de saberes, gera ao redor de si um campo capaz de influenciar outras cargas e imprimir nelas uma força. Uma boa orientação faz-se através de ação e reação. Todos ensinam e aprendem, mediatizados pelo diálogo.
Tanto conhecimento em constante movimento nos remete ao conceito de referencial. Os estudantes e pesquisadores em processo de matura- ção inicial ou continuada encontrarão nas páginas deste livro uma in- teressante oportunidade de apreciar a utilização de referenciais como Vigotski, Bakhtin, Paulo Freire, Bachelard e Engeström, dentre outros.
Se pensarmos pelo viés da educação inclusiva, os trabalhos e pesquisas apresentados por esses autores, vinculados ao LEPPEDV (Laboratório de Ensino e Pesquisa para Pessoas com Deficiência Visual), serão de grande utilidade para os professores que, se ainda não o fizeram, certamente ensinarão para estudantes deficientes visuais, com baixa visão ou com qualquer outra questão que necessite de uma educação efetivamente inclusiva.
Parabéns ao grupo, à orientadora, aos pós-graduandos e às instituições. Que essas cargas gerem mais campos capazes de impactar outras cargas, realizar mais trabalhos e gerar movimento entre diferentes potenciais. Isso é educar. É a troca dialógica, impactante e transformadora.
9786555634976
Ou 3x de R$33,33 s/ juros