10 anos de encontro universidade – volume 2

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A Educação Ambiental e o Ensino de Ciências: reflexões e proposições Digital

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Alfabetização científica e tecnológica: pontes de encontro com a Educação profissional

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Esta obra é fruto inicialmente do edital Edital 31/2024 – PROPI/RE/IFRN

– Produtividade em Pesquisa com Fomento Institucional, em que o pri-
meiro organizador foi contemplado para desenvolver um projeto de investiga-
ção no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio

Grande do Norte e das escolas preuniversitárias da Universidade Nacional del
Litoral.
Esse projeto proporcionou diálogos com diversos pesquisadores sobre a

temática principal do livro: a relação entre a Alfabetização científica e tecnoló-
gica (ACT) e a Educação profissional e tecnológica (EPT).

Como um dos achados da investigação percebeu-se a lacuna existente no
tema, cujo propósito desse livro é contribuir para sanar.

Desejamos aos leitores dessa obra uma imersão sobre uma realidade edu-
cativa pouco explorada ainda no âmbito da Iberoamérica e que possa auxiliar

na proposição de outras pesquisas e novas práticas pedagógicas que colaborem
com uma educação profissional e tecnológica voltada à cidadania alicerçada em
princípios de uma alfabetização científica ampla e inclusiva.
Nesse sentido os capítulos são olhares diversos de investigadores de da
Iberoamérica e, em alguns casos de colaborações sobre o tema.
Boa leitura.

ANSIEDADE À MATEMÁTICA : a dor invisível da aprendizagem

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A produção brasileira na área de Educação em Ciências e Matemática continua crescendo nos últimos anos, em virtude, principalmente, da expansão de novos cursos de pós-graduação. Seguindo esse movimento, a produção oriunda de pesquisadores e profissionais da região amazônica, bem como sobre a Amazônia, também se ampliou, reflexo da abertura de novos cursos nessa região. Todavia, refletindo as assimetrias da Educação
Superior no Brasil, essa produção ainda é considerada pequena, se comparada a outras regiões do país, e pouco circula nas Instituições de Ensino Superior e em escolas da Educação Básica da região. Esta Série surge em 2023 como uma ação direcionada a diminuir esse hiato. A Série Educação em Ciências e Matemática na Amazônia busca publicar obras resultantes de pesquisas acadêmicas e de alta relevância para a área, principalmente as que impactem diretamente a educação básica, no contexto da região amazônica, bem como nacional e internacionalmente, oriundas de teses e dissertações e projetos de pesquisa, desenvolvidos individualmente, em grupos de pesquisa ou em rede. O público leitor principal a que se destinam as obras são professores da educação básica, gestores educacionais, formadores de professores, pesquisadores e alunos de graduação, dentre outros. A publicação desta Série é produto das atividades desenvolvidas pela
Rede de Educação Científica e Matemática (Recima) e possui custeio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no âmbito do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) na
Amazônia Legal.

ANSIEDADE E TRAUMA NO ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA

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Que as emoções façam parte do cotidiano da sala de aula, ninguém
têm mais dúvidas. Não só professores e professoras vivem e convivem diariamente com aquilo que alunas e alunos nos trazem diariamente, como cada vez mais o campo da educação exige um olhar para os
aspectos emocionais da vida escolar. Uma convergência de campos de pesquisa
vêm apontando para como o desenvolvimento de uma rica vida emocional
é mais do que somente um “empecilho” para a educação, mas parte integral
da aprendizagem. Mary Helen Immordino-Yang e Antonio Damásio falam
em “pensamento emocional”; e há cada vez mais pressão para uma “educação
sócio-emocional” a-crítica e a-histórica. O que esse volume pretende é apresentar um campo de estudos sobre as emoções em sala de aula que discute
como a escola, na forma de um microssistema que pode reproduzir tanto operações de poder quanto produzir potência e liberdade, pode agir para produzir
ansiedade e fortalecer traumas, ou para mitigar traumas e romper barreiras
erguidas pela ansiedade à matemática, às ciências e à avaliação.
Esse volume é fruto de cinco anos de pesquisa do Grupo de Pesquisas em
Neurociências, Comportamento & Cognição (Unifesspa), no campo da educação em ciências e matemática, e do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino
de Ciências (Gepec/Unifesspa). Juntando achados das neurociências, da psicologia educacional e escolar, da psicologia social, da teoria da atividade, da
sociologia das emoções, e da teoria crítica, nos aprofundamos em tentar entender fenômenos como a Ansiedade às Ciências, a Ansiedade à Matemática, e o
ensino informado pelo trauma, e como professores e professoras compromissados com uma educação libertadora podem utilizar esses conhecimentos para,
através de uma “curadoria afetiva”, discutir essas emoções negativas, re-ligá-las
às suas raízes comunitárias e coletivas, e levar a escola a assumir um papel ativo
na vida emocional de seus estudantes. Longe de encontrar “receitas de bolo”,
o professor e a professora encontrarão aqui uma perspectiva crítica e transdisciplinar sobre esses fenômenos, suas relações e impactos na aprendizagem,
e como a escola pode contribuir para gerar ou manter estados de ansiedade,
estresse, e trauma – ou, se aberta à criticidade de suas próprias práticas, mitigar
esses estados ao reconectá-los às suas raízes coletivas

No primeiro capítulo, apresentamos um paradigma geral para avançar
além da “educação socioemocional”, a-crítica e a-histórica, conectando teóricos como Mary Helen Immordino-Yang, Antonio Damásio, Albert Bandura,
Vygotsky e Bronfenbrenner à leitura crítica das relações entre saúde mental
e opressão contidas na Abordagem Poder-Ameaça-Significado. Esse paradigma geral serve de base para a compreensão dos outros fenômenos analisados nos próximos capítulos. No segundo capítulo, apresentamos o conceito
de Ansiedade às Ciências (o medo, desconforto, ou aversão que estudantes e
a sociedade em geral apresentam em relação a conceitos científicos, aos cientistas, e a atividades relacionadas à ciência) e, a partir de uma leitura do poder
ideológico e do poder corporificado, discute aspectos relacionados à raça e ao
gênero nesse fenômeno. O capítulo três discute o conceito-irmão de Ansiedade
à Matemática, e como este se relaciona com crenças de autoeficácia e bloqueios
de aprendizagem, e como o poder ideológico, o poder coercitivo e o capital cultural e o controle aversivo contribuem para esses estados. O último capítulo se
dedica a apresentar o ensino informado pelo trauma; a percepção de que processos traumáticos podem impactar uma grande quantidade de domínios da
vida vêm alcançando também a educação, com o desenvolvimento mais amplo
de estratégias que ajudem educadores a “quebrar o ciclo do trauma” vivido por
estudantes. Utilizando-se amplamente do paradigma apresentado no capítulo
1, demonstramos como aspectos do poder localizados nos diversos microssistemas nos quais o aluno se insere contribuem para a criação de processos
traumáticos, e como esses processos traumáticos impactam negativamente a
sala de aula e a aprendizagem.
Trata-se, é claro, de uma incursão breve no tema, mas esperamos que
possa contribuir para discussões e práticas mais críticas na interface entre emoção e aprendizagem em sala de aula. Para além de uma educação que busque
adequar o aluno ao que é esperado socialmente dele, “adestrando-o” para um
mercado de trabalho, os nossos estudos vêm apresentando consistentemente a
necessidade de uma visão crítica sobre esses fenômenos, e de agir em diversos
níveis dos micro e mesossistemas. Boa leitura!
Caio Maximino

APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NUMA PERSPECTIVA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: ASTROQUÍMICA E ARTE EM PROL DA VALORIZAÇÃO DO ADOLESCENTE

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Olá, querido professor!
Este material foi estruturado com base na Aprendizagem de Ciências regida por uma
perspectiva de Educação em Direitos Humanos (EDH). Em relação ao conteúdo científico
trabalhado, este se adéqua às atribuições descritas na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) e, por conseguinte, a sequência didática foi elaborada para ser aplicada no 9º ano do
Ensino Fundamental regular. Nesse sentido, o intuito deste material é promover o aprendizado
de conteúdos relativos à formação química do universo sob o ponto de vista da Educação em
Direitos Humanos. Para esse fim, a sequência didática se baseia na contação de história de um
livro intitulado Estrelas também falam (Apêndice A deste produto educacional, páginas 177 a
231). Trata-se de um livro paradidático, de autoria própria, que articula conceitos das ciências
naturais no ramo da formação química do universo e sua relação com o ser humano enquanto
ser material.
Ao todo, são necessárias oito etapas e, nestas, destacamos o uso de: questionários,
atividades ilustrativas (desenhos) e interpretações textuais como instrumentos avaliativos.
Obs.: Na página 163, encontra-se um breve resumo para te auxiliar na análise dos desenhos.
Ressaltamos que o produto didático aqui descrito foi aplicado numa turma de 9º ano do
Ensino Fundamental regular da rede privada e, assim, fez parte dos requisitos necessários à
obtenção do título de Mestre em Ensino de Física do curso de Mestrado Nacional Profissional
em Ensino de Física (MNPEF), polo 34 do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia Fluminense (IFFluminense). Embora utilizado no último ano do Ensino
Fundamental, entendemos que este material também tem potencial aplicabilidade no Ensino
Médio regular, haja vista o amplo desenvolvimento de conteúdos ao considerar a
aprendizagem de astroquímica num recorte referente à origem do universo.
Como a EDH está, pouco a pouco, sendo trabalhada nas aulas de Ciências, após muita
pesquisa, fizemos um resumo – de tamanho viável – para que você, professor, faça um melhor
proveito do nosso produto educacional e, assim, contribua para essa disseminação também.
Chamamos o referido resumo de MAP – Material de Apoio ao Professor (Apêndice B deste
produto educacional, páginas 232 a 248). Portanto, antes de você aplicar a sequência didática
na sua sala de aula, recomendamos fortemente a leitura e compreensão do MAP, pois trata-se
de um material compilado para te auxiliar nas possíveis discussões fomentadas durante a
aplicação do produto, bem como para ampliar ainda mais seu campo de conhecimento quanto
à Educação em Direitos Humanos.
Rayana Machado Vicente dos Santos Cruz
Contato: rayanacruz.ray@gmail.com

Argumentação no ensino de ciências: construções com a escola

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Neste livro são discutidos desafios e possibilidades da implementação da atividade argumentativa em aulas de ciências na Educação Básica, tendo em vista a realidade cotidiana da escola. No campo de Ensino de Ciências, existem diferentes perspectivas de argumentação, mas nesta obra, sem abrir mão do rigor teórico, são apresentadas as articulações, considerando a multiplicidade de olhares, contextos e vivências, que refletem como diferentes perspectivas se entrecruzam no contexto escolar. O livro está organizado em duas partes: na primeira, Possibilidades da argumentação no Ensino de Ciências: aproximações epistemológicas e pedagógicas, estão organizados trabalhos que buscam delinear contribuições e possibilidades da atividade argumentativa para o ensino de ciências, a partir de bases teóricas, resultados de pesquisa de natureza empírica e de revisão de literatura. Na segunda, Caminhos para a argumentação na realidade escolar: construções pedagógicas e metodológicas, estão organizados trabalhos que trazem sequências didáticas focalizando o desenvolvimento da argumentação a partir de diferentes lentes teóricas e metodologias de ensino. Com a publicação desta obra, convidamos leitores e leitoras, em suas diferentes realidades escolares e contextos, a problematizarem e contribuírem para a construção de processos argumentativos na escola.

Conhecimentos que você precisa para Reconstruir o mundo Pós-apocalipse Zumbi

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Conhecimentos que você precisa para Reconstruir o mundo Pós-apocalipse Zumbi.

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DEZ ANOS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA PPECEM-UFMA – Pesquisa formação docente e produção de conhecimento em rede

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Inicialmente, agradeço pelo voto de confiança das organizadoras deste livro para construção do Prefácio e pelo deleite da leitura do material. Com grande entusiasmo, convido a todas e todos para apreciação da obra, que tem como mote a valorização da memória e um rico exercício de auto avaliação a respeito das conquistas e dos desafios do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPECEM) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), ao completar dez anos de contribuições à formação de novas pesquisadoras e novos pesquisadores. Ao enveredar pelas páginas deste livro, recordo das considerações de Jacques Le Goff sobre a importância da memória, em especial da memória coletiva, como um elemento fundamental para a construção da identidade, “[…] na qual cresce a história, que por sua vez alimenta, procura salvar o passado para servir ao presente e ao futuro” (Le Goff, 2003, p. 471)3F4 . Imbuído desse pensamento, depreendo deste material um documento de construção identitária do PPE-CEM, em que são resgatadas relevantes memórias, com um olhar direcionado ao presente e aos novos caminhos a serem percorridos. Assim, o livro retrata, de modo contundente, o cenário educacional em que o programa se institui, ainda carente de mestres e dou-
tores na área de Ensino, buscando suprir a demanda de titular professoras e professores das Ciências Naturais e da Matemática e, posteriormente, contemplando pedagogas e pedagogos que lecionam essas disciplinas para os anos iniciais do Ensino Fundamental. O PPECEM foi implementado, dessa maneira, no bojo de uma política de expansão da pós-graduação no País, por meio do incentivo a programas de qualificação docente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), sendo constituído desde sua funda-
ção, em 2015, por professoras e professores envolvidos na atuação nesses programas de formação. No resgate histórico empreendido pelas autoras e pelo autor da obra, podemos acompanhar as transformações do referido programa de pós-graduação ao longo da sua primeira década de existência, verificando: as mudanças nas linhas de pesquisa; o investimento em novas vertentes de investigação e também as lacunas e as áreas a
serem alvos de interesse; a ampliação do público-alvo do programa; o aumento do corpo docente e da produção bem como as dificuldades existentes nesse percurso; os avanços e as limitações envolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa, que cresceram junto com as atividades do programa; e a importância dos eventos organizados e dos projetos e redes de cooperação interinstitucionais, que possibilitaram a mobilidade de discentes e docentes para estudos em parceria com outras universidades brasileiras – inclusive de estudantes de iniciação científica, demonstrando as contribuições do PPECEM para além da pós-graduação. Como resultado desse esforço para alicerçar a formação em Ensino de Ciências e Matemática, o programa contabiliza a titulação de 72 mestras e mestres até 2024. Um dos pontos interessantes nessas contribuições é repre-
sentado pelo retorno de uma egressa da primeira turma do programa como docente permanente. Trata-se da história acadêmica da Profa.  Dra. Rayane Melo, que constrói uma narrativa sobre a sua trajetória como professora pesquisadora, as contribuições do PPECEM à sua carreira e à sua vida e a satisfação em poder atuar na formação de novas mestras e novos mestres em Ensino de Ciências e Matemática. Além dessas experiências, o livro é enriquecido pelos memoriais de outras docentes e de um docente do programa, que também desta-
cam suas trajetórias de formação, o modo como se aproximaram do Ensino de Ciências e Matemática, as dissertações orientadas e demais contribuições ao programa e ao fortalecimento desse campo deconhecimento em nosso estado. As temáticas das dissertações foram analisadas, ressaltando a importância dessas produções ao Ensino de Ciências e Matemática, bem como os trabalhos decorrentes, em especial a disseminação das pesquisas em artigos de periódicos indexados. Essa análise desvela uma pluralidade de aportes teóricos e metodológicos, de objetos de estudo e de repercussões à educação básica e ao Ensino Superior, com contribuições significativas ao incremento de produções acadêmicas na área, realçando a relevância do PPECEM no contexto maranhense. Esse auto estudo se mostra essencial para avaliação dos avanços, dos pontos a serem revistos e do que ainda pode ser galgado pelo programa, colaborando para o seu amadurecimento e para os novos rumos a serem traçados . Por fim, reitero a riqueza deste livro para a exaltação da memória e o exercício de autoconhecimento, para que suscite novas reflexões e ações… Desejo a todas e todos uma excelente leitura! Queo PPECEM persevere e se fortaleça! Evoé! São Luís, agosto de 2025.

Prof. Dr. Carlos Erick Brito de Sousa
Universidade Federal do Maranhão

Didática da Matemática e a mobilização de processos cognitivos Digital

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Didática da Matemática e a mobilização de processos cognitivos:
reflexões sobre aspectos teórico-metodológicos do ato de ensinar é um livro destinado a professores que ensinam matemática em todos os níveis de escolaridade. Nele há um chamado para pensarmos sobre os diferentes e interconectados aspectos que interferem e influenciam na aprendizagem matemática.
É consenso, em várias obras que se debruçam acerca deste tema,
que estamos didaticamente estagnados no século passado, em grande
parte de nossas instituições. Neste sentido que a autora problematiza
e nos apresenta a perspectiva da Neurociência Cognitiva como
um esforço e alternativa interdisciplinar para pensarmos os desafios
didáticos no contexto do ensino de matemática.
Se de um lado não há milagres a se esperar, do outro, não é possível
ignorar que o campo educacional tem como objeto de seu trabalho
a aprendizagem e esta estrutura-se cognitivamente, sua compreensão
perpassa pela estrutura bio-psico-social que a compõe e implica. É diante do reconhecimento destas dimensões e interseções que a presente obra se apresenta, não para impor determinada perspectiva
do que significa aprender e ensinar matemática, mas como
um esforço de refletir sobre este processo.

Do Àbaco ao Algoritmo – 30 Anos de Contribuições do Grupo de Pesquisa em História da Matemática

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O Grupo de Pesquisa em História da Matemática (GPHM), vinculado ao Departamento de Matemática e ao Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEM) do Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), celebra 30 anos de existência, tendo desempenhado papel fundamental na institucionalização da área de pesquisa em História da Matemática no Brasil. O título deste livro – Do Ábaco ao Algoritmo: 30 Anos de Contribuições do Grupo de Pesquisa em História da Matemática da Unesp – evoca a longa trajetória da história da matemática, das ferramentas mais antigas, como o ábaco, às modernas instruções computacionais representadas pelos algoritmos. Ao contrapor esses dois extremos temporais, o título sugere não apenas a abrangência do campo de atuação do GPHM, mas também a profundidade de suas investigações, que não se limitam a um período específico, abrangendo múltiplas expressões do pensamento matemático ao longo do tempo. A segunda parte do título ancora essa amplitude histórica na trajetória concreta do GPHM, fundado em 1995. Destaca-se, assim, o papel ativo e duradouro do Grupo na produção de conhecimento, na formação de pesquisadores e na consolidação da área no Brasil. Esses aspectos são evidenciados nos capítulos que compõem a obra, os quais abordam tanto a história do próprio GPHM quanto diversos temas da história da matemática e suas interações com a educação.

Educação em ciências sob diferentes perspectivas epistemológicas

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“Os capítulos da obra que você tem em mãos são constituídos por temas candentes da nossa contemporaneidade. Como cabe à universidade, uma das suas funções é, também, produzir conhecimentos inéditos em sintonia com tais temas e este livro reflete parte dessa produção. Nele estão presentes articulações com o aporte de especificidades que caracterizam as várias unidades que estruturam acadêmica e administrativamente as distintas áreas do conhecimento, cada uma com suas epistemes, e que constituem o patrimônio histórico-cultural acumulado pelo ser humano desde o surgimento do Homo sapiens”.
Demétrio Delizoicov
Programa de Pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica UFSC
“A diversidade de abordagens aqui presente reflete não apenas o objetivo do curso de Fundamentos Epistemológicos da Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mas também um panorama mais amplo da investigação acadêmica voltada para a formação docente e a produção de conhecimento crítico. A ciência, como nos mostram os autores, não é uma entidade isolada e neutra, mas um campo permeado por disputas, construções sociais e interesses políticos.”
Pedro Reis
Instituto de Educação da Universidade de Lisboa