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Igreja e religiosidade na Amazônia colonial
R$110,00Os trabalhos apresentados neste livro podem ser divididos a partir de quatro eixos temáticos fundamentais: o que trata sobre a ação dos missionários religiosos; aquele do clero diocesano; a ação da Inquisição no espaço amazônico e, finalmente, o da arte e arquitetura.
Ou 3x de R$36,67 s/ juros
Index de Livros Proibidos: 500 Anos de Censura Científica e Filosófica
R$0,00O Index de Livros Proibidos (Índice dos Livros Proibidos, ou Lista dos Livros Proibidos em português) foi uma lista de publicações proibidas pela Igreja Católica, de “livros perniciosos” e que continha, ainda, as regras da igreja relativamente aos livros que poderiam ser lidos O Índex foi uma lista de publicações proibidas consideradas heréticas pela Santa Sé. A Igreja Católica muitas vezes perseguiu linhas de pensamento divergentes de seu dogma central, desde o início do cristianismo. Autores importantes das ciências, das artes e da política estiveram de maneira relevante presente na lista. Eis alguns exemplos: Galileu Galilei5, Giordano Bruno, Niccolo Maquiavel, Voltaire (François-Marie Arouet, conhecido por seu nome literário [nom de plume] M. de Voltaire), Victor Marie Hugo, Nicolau Copérnico, Erasmo de Roterdã, David Hume, Pascal, Baruch Spinoza, Alexandre Dumas, Honoré de Balzac, Emile Zola, John Locke, Denis Diderot, Gustave
Flaubert, Thomas Hobbes, René Descartes, Berkeley, Jean Jacques Rousseau, Barão de la Brede Montesquieu, Anatole France, Immanuel Kant, Blaise Pascal, Dante Alighieri e muitos outros homens6 de distintos séculos e variadas geografias quase exclusivamente da Europa.
Marx e o Estado
R$32,00O que é o Estado? Essa pergunta, às vezes, é respondida rapidamente, como se se tratasse de algo fácil. Em tom radical, diz-se que o Estado é instrumento de dominação da minoria sobre a maioria. De fato, basta pensar nas tremendas desigualdades sociais existentes em uma sociedade como a nossa. Como elas poderiam se manter por tanto tempo, sem que se instaurassem a desordem política ou a revolta social? Marx não elaborou o “livro sobre o Estado” que pretendeu a partir 1857/58 e anunciou em algumas cartas. Cabe saber se sua “teoria do Estado” padece de falta de desenvolvimento ou se ele simplesmente julgou o tema secundário, passível de absorção entre as diversas páginas de sua crítica da economia política. Este livro vai direto às duas questões – a da natureza do Estado e à da existência ou não de uma teoria marxista a respeito – para nos situar na questão das questões da era em que vivemos, a partir da evolução da história e do pensamento.
9786555636659
Ou 3x de R$10,67 s/ juros
Memórias de professores e professoras volume 2
R$0,00O livro Memórias de Professores e Professoras de Química – Volume 2 é uma obra coletiva que compila histórias, experiencias e reflexões de educadores(as) e pesquisadores(as) dedicados(as) a explorar as múltiplas possibilidades de diálogo no ensino de Química. Organizado por Paulo Vitor Teodoro, Irene Cristina de Mello e Hélder Eterno da Silveira, este volume dá continuidade ao primeiro, trazendo novas memórias enriquecedoras.
Cada capítulo abre uma janela de discussões para aqueles(as) que buscam compreender as trajetórias dos(as) professores(as) aqui apresentadas. Como mencionamos no primeiro volume: que este livro seja inspiração para estudantes, professores(as) e pesquisadores(as) que desejam pensar e continuar as caríssimas discussões sobre o ensino de Química.
Nação e Trabalhadores do Brasil 1870-1900
R$32,00No Brasil, os conceitos de atrasado, subdesenvolvido, tardio, dependente, são usados para descrever uma realidade econômico–social em que a miscelânea de modos de produção pré-capitalistas e capitalistas impuseram diferentes formas de relações sociais de produção. Proletariado, operário, artesão especializado, pequenos comerciantes, se moviam de profissão e de categoria de acordo com a inversão de capitais mais lucrativa nos setores do complexo ferroviário-cafeeiro. Desta forma, guardavam uma identidade histórica classista de luta somente em setores especializados subsumidos sob um mesmo tipo de capital ou na burocracia estatal. Daí a criação de associações para defesa de seus interesses econômicos e políticos com recortes de nacionalidade, de moradia, de profissão. A formação social composta de setores pré-capitalistas e capitalistas vivia diferentes formas de luta de movimentos político-sociais que dependiam do locus de produção, sendo a identidade nacional fundamental para aglutinação desta coalizão heterogênea de classes em que a organização em corporações de ofícios e nacionais prevalecia em determinados setores e em outros já se formavam os sindicatos organizados para a luta econômica.
9786555636697Ou 3x de R$10,67 s/ juros
Negros da Terra e/ou negros da guiné : A Companhia geral do Grão-Pará, trabalho, tráfico, escravidão e resistência na amazônia Colonial
R$80,00“As companhias de comércio que, segundo Fernand Braudel, nasceram de monopólios A mercantis, contribuíram , imensamente, para a expansão do capitalismo em escala mundial, sendo consideradas por alguns autores como as primeiras empresas multi- nacionais. A atuação dessas companhias conformaram um mercado mundial de produção e circulação de mercadorias, consolidando o dinheiro na sua forma de capital. Embora tenham sido, Inicialmente, um fenômeno do nordeste europeu, as companhias de comércio se alastraram por toda a Europa, envolvendo países como Portugal, Espanha, Dinamarca, Noruega etc.
A Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão, fundada em 1755, durante o reinado de D. José le o ministério de Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, é o tema e o objeto de estudo deste livro. Apesar de não ter introduzido o comércio do Estado do Grão-Pará e Maranhão no mercado mundial, alargou-o sensivelmente, a ponto de tornar Belém o quarto porto da colônia brasileira em volume de comércio, somente atrás do Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Os mapas de carga dos navios da companhia de comércio que zarpavam do porto de Belém para Lisboa levavam madeiras, couros e principalmente, gêneros silvestres ou produzidos, denominados de “”drogas do sertão””, extremamente rentáveis no mercado mundial.
Desse modo, o estudo da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão permitiu não só perceber o movimento de exportações e importações de e para o Estado, como também as mu danças sociais, como, por exemplo, o aumento do número de escravizados africanos nele, o que levou a um acirramento da luta de classes envolvendo uma massa de despossuídos formada por indigenas, negros, mestiços e homens brancos pobres, contra a opressão e a exploração impostas pela colonização.
“
Ou 3x de R$26,67 s/ juros
No Avesso do Paraíso – vida clandestina no tempos dos generais
R$60,00O livro conta histórias de um mundo paralelo habitado por jovens que optaram pela vida clandestina entre o final dos anos 1960 e o início dos anos 1980, um dos períodos mais cruéis do regime militar. Moças e rapazes preparados e talentosos deixaram uma vida de conforto e bons salários para seguir seus ideais, confiantes no triunfo da causa socialista. Os clandestinos retratados no texto partiram para a luta não armada. Assumiram uma nova identidade e nos bairros, nas fábricas, nas igrejas e nos clubes de periferia buscaram organizar o povo, num trabalho de formiguinhas que, embora longe do front da guerrilha, era também sujeito ao risco de vida. Abordando a infância e a formação de seis depoentes, este livro-reportagem faz um apanhado vida brasileira nos anos 1950. Narra a “conversão” dos entrevistados ao socialismo e sua entrada na militância na ebulição dos anos 1960, que inauguram o ciclo dos generais-ditadores. E trata da passagem para a clandestinidade na sombria década de 1970. Esse espaço fechado representou uma ruptura não só na rotina de vida, mas também nas ambições e sonhos pessoais. Quando voltaram à plena visibilidade, muitos anos depois, os militantes encontraram uma realidade diferente, a qual foi penosa se adaptar. Permeado por quadros, distribuídos entre os capítulos, o livro busca situar o leitor no contexto nacional e internacional daqueles anos. Entre outros, destacam-se temas como a rebeldia jovem e as transformações nos costumes, as revoluções políticas de cunho direitista e esquerdista, o papel da igreja católica na cena militar brasileira e um panorama das ditaduras em vários países da América do Sul.
Ou 3x de R$20,00 s/ juros
O legado de Lenin: cem anos da morte de Vladimir I. Lenin (1924-2024)
R$88,00Há cem anos morria aquele que Eric Hobsbawm considerou
“o homem de maior impacto político no século XX”. Essas
palavras, da década de 1990, poderiam ser estendidas ao
século XXI. Para além da importância histórica da criação da
União Soviética, o “fantasma de Lenin” continua a percorrer
o mundo, num sentido muito mais amplo. Nada mais oportuno,
portanto, neste centenário, que a coletânea de textos
reunidos neste volume. Eles abordam a vida e obra de Lênin
nas principais de suas múltiplas facetas. Não são homogêneos
nas suas considerações, pois reconstroem o personagem
na sua dimensão histórica e nas suas contradições. Misturam
documentos de época (como os de Leon Trotsky e Ruy Mauro
Marini) com pesquisas e reflexões recentes. Sem debate sobre
Lenin, não há debate sobre a contemporaneidade. Buscamos,
com este livro, dar uma contribuição decisiva a ele.
Ou 3x de R$29,33 s/ juros
O liber Abbaci de Fibonacci: das matemáticas medievais para o ensino atual
R$90,00Neste livro seu autor, Marc Moyon, apresenta um
novo enfoque ao Liber Abbaci de Leonardo de Pisa
– O Fibonacci, centrado nas aritméticas emergentes
do trabalho de um matemático importante da
Idade Média. Interliga diferentes vértices da cultura
matemática em uma obra que ultrapassou muitos
séculos, sob uma multiplicidade de escritas e interpretações
e lança novas lentes no passado para
problematizar a matemática do presente. Para tanto,
o autor compõe, recompõe, descreve e explica variadas
formas de desenvolvimento do conhecimento
matemático, que podem ser tomadas para projetar
cenários temáticos nas matemáticas escolares, partindo
do legado deixado por Fibonacci, que aqui está
muito bem descrito e comentado analiticamente, associando
a história e epistemologia da matemática
ao ensino da matemática. Assim, o autor se debruça
com vitalidade sobre o tema ao selecionar questões
e problematizações, para criar e experimentar o uso
de um sequencial histórico de problemas recreativos
e lúdicos extraídos do original do Liber Abbaci
(em latim) e oferece uma oportunidade para se exercitar
uma aprendizagem matemática lúdica jamais
imaginada.
Ou 3x de R$30,00 s/ juros
O livro de Gabaglia que divulgou o Papiro Rhind no Brasil
R$60,00Este livro é fruto de um estudo inédito sobre a obra O mais antigo documento mathematico conhecido: (papyro Rhind), um texto praticamente desconhecido na historiografia da matemática brasileira. Escrito por Eugênio de Barros Raja Gabaglia, professor de matemática do Colégio Pedro II RJ, na época da publicação do livro, em 1899, o livro que divulga o papiro Rhind no Brasil constitui-se como um marco na literatura internacional sobre o tema. Esse livro aponta Gabaglia como o primeiro brasileiro a publicar uma obra específica de história da matemática e, em termos mundiais, o coloca como um pioneiro nos estudos sobre o papiro Rhind. Além de comentar essa obra e apresentar seu autor, este texto é enriquecido com figuras que não constam no livro original, com informações complementares e conflitantes advindas de outras fontes sobre o papiro Rhind e contextualizado em seu momento histórico.
9786555635720Ou 3x de R$20,00 s/ juros
O Mundo do Trabalho na Amazônia Colonial
R$77,00O Mundo do Trabalho na Amazônia colonial, foi inspirado na coletânea de textos produzidos por Eric Hobsbawm, intitulada Mundos do Trabalho, na qual o autor, por meio de vários artigos, reflete sobre o mundo do trabalho pré-industrial. Em direção semelhante segue o escopo desta coletânea, cujos textos se debruçam sobre vários aspectos da exploração do trabalho na Amazônia colonial,
demonstrando a dinâmica e o funcionamento desse mundo do trabalho, como também as relações desenvolvidas pelos vários agentes sociais envolvidos na exploração e realização do trabalho.
Na Amazônia colonial o trabalho indígena foi de fundamental importância para a efetivação da colonização, na medida em que o “saber venatório” por eles detido fez com que fossem utilizados em inúmeras atividades, que passavam por pilotos de canoas, remeiros, coletores das drogas do sertão, pescadores, além de ofícios como carpintaria, construção civil e militar etc.
À medida que a colonização foi avançando, trabalhadores escravizados africanos foram sendo juntados ao grande contingente de trabalhadores indígenas, ainda no século XVII, tendo seu contingente sido significativamente aumentado durante o século XVIII, principalmente pela ação da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão. A coexistência da escravidão indígena e africana foi uma marca da colonização portuguesa no Norte da Colônia
Ou 3x de R$25,67 s/ juros
Origens da Classe operária no Brasil
R$38,00Nos países periféricos, a formação da classe operária percorreu caminhos bem diversos aos baseados na desagregação das formas feudais, com a proletarização de camponeses e artesãos das cidades, típica da Europa. No Brasil, a informalidade, a rotatividade, a fluidez, a sazonalidade e a exploração sem limites são heranças coloniais que se reproduziram até o presente. A partir dos conflitos quase permanentes que percorreram a história da sociedade colonial brasileira, baseada na escravidão, e também da influência da grande imigração europeia iniciada no último quartel do século XIX, este livro propõe um ângulo abrangente para a reconstrução da origem da classe operária em nosso país, levando em conta tanto o peso esmagador da herança escravista quanto as especificidades derivadas da condição estrangeira, “alheia à sociedade nacional”, da maioria dos primeiros contingentes de operários industriais, fatores ambos que delinearam as linhas mestras e particulares, no Brasil, do processo universal de proletarização originado no desenvolvimento capitalista.
9786555636680
Ou 3x de R$12,67 s/ juros