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Experimentos de Química Geral na perspectiva da Química Verde
R$66,00Partindo do pressuposto que a experimentação é fundamental no ensino de Química e que este passa pela necessidade de incrementar novas abordagens metodológicas, esta obra traz uma proposta de abordagem experimental que estimula a articulação de aspectos macro, micro e representacional que compõem o conhecimento químico e o vincula a uma preocupação crescente: a consideração dos impactos decorrentes das atividades químicas, materializada nos princípios da Química Verde. Assim, precedidas por capítulos que esclarecem acerca da abordagem integradora e da Química Verde, as atividades experimentais propostas neste livro, embora sejam de caráter introdutório à Química laboratorial, trazem perspectivas diferenciadas para a realização das aulas laboratoriais.
Ou 3x de R$22,00 s/ juros
Experimentos simples de Química
R$44,00É do conhecimento de todos que o papel da experimentação no ensino de ciências desperta interesse em todos os níveis de ensino. Para os alunos, quase sempre o papel motivador e lúdico, para os professores, as atividades experimentais aumentam a capacidade de aprendizado pois ativa o envolvimento dos alunos em sala de aula. O livro Experimentos simples de Química traz ao leitor resultados de uma busca por experimentos simples, porém, que apresentasse uma compreensão efetiva de fenômenos químicos que ocorrem no cotidiano. Partindo de experiências realizadas por alunos do ensino médio, em sala de aula com seus respectivos professores, os diversos capítulos da obra contribuem para a discussão da elaboração de atividades experimentais de baixo custo. Coordenadores da coleção
Ou 3x de R$14,67 s/ juros
História da Química – Volume 1
R$198,00Esta é uma História da Quimica inteligivel não apenas para quimicos. Concebeu-se esta História da Quimica como parte integrante da História da Ciència como um todo, integrando esta por sua vez à história cultural da Humanidade.
Deixando deliberadamente de lado a visão internalista (que só químicos entenderiam) e a visão externalista (que muito provavelmente não seria atraente para os quimicos), trilhou-se um caminho intermediário, e muito embora o autor não abra mão de expor, sempre que o julgasse necessário, sua visão pessoal sobre determinado assunto, isto foi feito sem impor à redação do livro uma filosofia, uma ideologia ou uma concepção de Ciência da qual o leitor deva compartilhar. Em assim fazendo, o autor deixa clara sua posição frente a temas como a Alquimia, o Flogistico, a Afinidade, a Revolução Quimica, e muitos outros, sem querer romper com a historiografia corrente, que de certa forma reflete nosso tempo, mas suscitando a discussão, o debate, a controvérsia e com isso o enriquecimento da visão que temos de tais assuntos.
Espera o autor ter mostrado que a Quimica vai além dos tubos de ensaio e dos equipamentos complicados, tendo seu lado humanistico e cultural, entendendo-se Humanismo e Cultura da forma mais ampla possivel.
A cultura de um povo é uma combinação de sua cultura literária, artistica, humanística e científica, desejando-se que esta História da Quimica, da maneiro como foi estruturada, possa contribuir para integrar à nossa cultura a cultura cientifica, pois ao contrário de Letras, Artes e Humanidades, a Ciència ainda nos faz falta na América Latina.
Ou 3x de R$66,00 s/ juros
História da Química – Volume 3 – A Modernidade da Química – Tomo 2
R$200,00O Volume III da História da Química de Jürgen Maar é uma extensão esplêndida do que já é uma obra monumental, que levou muitos anos para ser preparada. Não conheço nenhuma outra obra comparável, com o mesmo nível de detalhe e precisão, que tenha aparecido em qualquer idioma, seja no século XX ou XXI, sobre este assunto. Cada um dos quatro capítulos é ricamente ilustrado com dezenas de imagens das personalidades e acompanhado por uma lista exaustiva de referências à literatura primária. Só posso esperar que este livro seja eventualmente traduzido para o inglês, a fim de receber a maior atenção que merece de outros químicos e historiadores da química.
Eric Scerri, Universidade da Califórnia, Los Angeles]
9786555635515
Ou 3x de R$66,67 s/ juros
História da Química – Volume 3 – A Modernidade da Química – Tomo I
R$170,00Ou 3x de R$56,67 s/ juros
Histórias de um professor feliz
R$33,00Nesse livro, Nelson Orlando Beltran nos brinda com seis pequenas histórias de sua trajetória profissional. Os “episódios” nos transmitem o entusiasmo de um professor que, mesmo depois de tantos anos de sala de aula, ainda se encanta com o seu ofício, refletindo sua própria jornada e buscando reinventar-se a cada desafio encontrado. Os fragmentos de sua história de vida aqui relatados, para além de entretenimento, nos emocionam ao ensinar os futuros e atuais professores sobre engajamento e compromisso com a educação química. Coordenadores da coleção
Ou 3x de R$11,00 s/ juros
HORIZONTES LATINO-AMERICANOS NA EDUCAÇÃO QUÍMICA: singularidades e perspectivas de pesquisa
R$0,00Este livro foi pensado e produzido no contexto do projeto de pesquisa
“Mapeamento da comunidade latino-americana de pesquisa em Educação
Química: uma análise de suas produções” (MAPEQUIM/AL), o qual foi
aprovado e financiado por meio da Chamada Universal CNPq/MCTI/
FNDCT Nº 18/2021 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq). Esta iniciativa foi idealizada e desenvolvida em coletivo,
a partir do envolvimento de professoras e professores, pesquisadoras e pesquisadores das Instituições de Educação Superior, a saber: Universidad de Córdoba
(Colômbia), Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, Universidade
Federal da Grande Dourados – UFGD, Universidade Federal da Paraíba –
UFPB, Universidade Federal do Paraná – UFPR e Universidade Federal do
Rio Grande – FURG.
O nosso interesse se centrou em compreender o que está sendo produzido, em termos de investigação, por pesquisadoras e pesquisadores
latinoamericanos(as) que pensam e produzem conhecimento na área de
Educação Química. Assim, o principal objetivo do projeto foi mapear essa
comunidade de pesquisa e analisar suas produções.
A proposta surgiu a partir de reflexões compartilhadas, nas quais nos
questionamos: Como se estabelecem as relações acadêmicas e as parcerias de
trabalho entre pesquisadores(as) da área no Brasil e pesquisadores de outros
países latino-americanos? Por que nossos referenciais, na maioria das vezes,
são compostos por autores europeus e/ou estadunidenses, cujas ideias foram
desenvolvidas em contextos muito diferentes do nosso?
Nesse sentido, partimos do pressuposto de que as pesquisas brasileiras
produzidas nos últimos anos dialogam pouco com autores e autoras dos países vizinhos, desconsiderando a importância da construção de uma identidade
coletiva na América Latina. Portanto, um dos nossos principais interesses consistiu em contribuir para dar maior visibilidade a conhecimentos produzidos
por pesquisadoras e pesquisadores latino-americanos, além de promover o
estabelecimento de parcerias e colaborações futuras através de redes e equipes
de trabalho que viabilizem a geração e a disseminação de novos conhecimentos.
Essa ideia se consolida ao olharmos para a América Latina, uma região
que tem sido historicamente palco de lutas e conflitos, marcada pela exploração da biodiversidade e pela exploração humana. A partir dos processos de
colonização e dominação, que acarretaram e ainda acarretam o apagamento
de costumes e conhecimentos, as desigualdades regionais tornam-se cada vez
mais visíveis, expressas na desigualdade, na pobreza, na precariedade da saúde
e na falta de oportunidades educacionais.
Assim, as instituições educativas têm o desafio de romper com a colonização epistemológica e cultural, que tem sido reproduzida durante séculos
na nossa região, pois os nossos modelos educacionais foram inspirados em
padrões eurocêntricos, perpetuando a visão dos colonizadores. Esse processo
continua sendo reafirmado pela globalização e pelas políticas neoliberais, consolidando a desqualificação de conhecimentos que não se enquadram nas normas hegemônicas ocidentais.
Nesse cenário, a cooperação entre os países da América Latina e a pesquisa voltada para a valorização da cultura e da biodiversidade latinoamericana
são fundamentais para a construção de estratégias que promovam formas de
viver mais equitativas, integrando as dimensões política, ambiental, educacional e científica. O impacto significativo da Educação científica depende de um
esforço coletivo que reconheça e valorize diferentes formas de conhecimento
e cosmovisões, contribuindo para a resolução das demandas sociais, culturais e
ambientais da América Latina.
Com essas ideias em mente, neste livro compilamos textos científicos
que abordam a Educação Química desde perspectivas diversas e que foram
produzidos por pesquisadores que atuam na Colômbia, no Brasil, no Chile, no
Equador e na Argentina. A partir desta coletânea, reforçamos a necessidade de
ampliarmos os laços de cooperação latino-americanos e de desenvolver iniciativas como esta, que permitam pensar nossa área de estudos de forma contextualizada, crítica e reflexiva.
Desejamos uma ótima leitura!
Identidade e formação docente em Química
R$99,00Uma reestruturação curricular que inverte a lógica tecnicista e positivista de um curso bacharelesco em uma construção de identidade pro? ssional. Esse é o ponto de partida para essa obra que traz a coletânea de trabalhos de conclusão de curso de estudantes de licenciatura em química da Universidade Federal da Bahia (UFBA), fruto da reestruturação que foi realizada no curso no ano de 2007. Os trabalhos aqui organizados trazem re? exões sobre aspectos epistemológicos, metodológicos e conceituais sobre o ensino/aprendizagem da química. Nesse contexto, a diversidade de abordagens aqui expressa demonstra a riqueza e potencial transformador de um curso que se reinventou e que deseja compartilhar suas conquistas. Coordenadores da coleção
Ou 3x de R$33,00 s/ juros
JOGOS E ATIVIDADES LÚDICAS PARA O ENSINO DE QUÍMICA
R$50,00A ideia do livro é apresentar e discutir alguns referenciais teóricos da seara do lúdico em relação às suas caracterizações filosóficas e pedagógicas. A partir disso, busca debater aspectos metodológicos da utilização do lúdico no contexto do ensino de Química. São apresentados alguns jogos e atividades lúdicas que possibilitam a discussão de conceitos químicos diversos sem perder de vista que não são jogos prontos e acabados, o que possibilita ao professor a oportunidade de desenvolver seus próprios materiais lúdicos.
Ou 3x de R$16,67 s/ juros
Matinta Perera um chamado da ancestralidade
R$40,00Este livro apresenta o mito presente no folclore brasileiro, Matinta Perera, como uma cientista Amazônica. O enredo do livro apresenta uma temática ficcional em que a personagem de Matinta Perera explica fenômenos em torno do seu mito por meio da ciência, envolvendo aspectos das áreas de Química, Biologia e Física. Em consonância, são inseridas narrativas com relevância histórica, social e política, para abordar os conhecimentos de povos originários e tradicionais, bem como dos povos oriundos do continente Africano. Nesse sentido, este livro tem o potencialidade de trabalhar conceitos científicos em uma perspectiva problematizada, não machista e decolonial. Além disso, é um livro que pode despertar o interesse de leitores que não estejam vivenciando o ambiente educacional. Esta obra representa um chamado da ancestralidade em que une conhecimentos ancestrais em torno do Mito da Matinta a saberes científicos que fazem parte do nosso cotidiano, afinal quem não tem curiosidade de saber como ocorre a extração do ouro, a metamorfose, entre outros?
Ou 3x de R$13,33 s/ juros
MEMORIA DE PROFESSORES E PROFESSORAS DE QUÍMICA
R$82,00EFACIAR um livro de memórias, de vida social e vivências acadêmicas, por um professor que chegou nesta carreira por vias alquímicas não me pareceu uma tarefa fácil. Foi um desafio retroceder ao dia que cheguei em meus pais e disse “infelizmente não serei mais um farmacêutico bioquímico…, mas serei um professor de química”. Me recordo do olhar incrédulo do meu pai e do olhar vazio da minha mãe, afinal, eu estava caminhando para o último período do curso de Farmácia e a esperança de um filho “doutor” havia decantado. Era um sonho de infância trabalhar em um laboratório de análises clínicas, pois sempre fui fascinado pelos elementos celulares sanguíneos. Como pode existir entes tão simples (ironia) desempenharem funções de defesa, coagulação e transporte de gases? O gosto pelo universo sanguíneo veio de uma sessão cinema que tive na escola, ainda no ensino fundamental. A professora de Ciências passou o filme “Viagem Insólita” (Joe Dante, 1987), cujo enredo se baseia na miniaturização de um submarino que, acidentalmente, é injetado num corpo humano. Nesta viagem, dentro do corpo humano, o personagem principal, pi loto do submarino, é levado por todo o corpo humano por meio das artérias e veias. Foi fascinante. Foi incrível! Era isso que eu queria, conhecer o corpo humano por dentro, claro que não miniaturizado, mas por um microscópio. Voltando ao curso de Farmácia, aquilo não estava me parecendo empolgante. Havia algo ali que não estava dentro do roteiro que eu havia traçado. Minha trajetória começou a ser um reagente limitante logo no segundo ano quando assumi a monitoria de Química Geral e Inorgânica. Os monitores tinham um espaço próprio na universidade: uma sala (pequena) com lousa e carteiras. Eu tinha meus horários fixos e deveria cumprir 8 horas por semana. Naquele momento, minha primeira superfície de contato como “auxiliar do professor” foi o catalisador para uma série de reações (cognitivas), algumas coerentes e outras nem tanto: Se sou um “auxiliar de e para aprendizagem”, não seria necessário repensar uma maneira de ensinar meus colegas de modo que compreendam, e não decorem, os conceitos e conteúdos? Vejam: eu era apenas um aspirante a farmacêutico que nem sabia da existência P 10 MEMÓRIAS DE PROFESSORES E PROFESSORAS DE QUÍMICA de uma área de pesquisa chamada ensino de química que, naquela época, já estava em ebulição com publicações e eventos. Não foi apenas uma singular experiência em monitoria. Vários se mestres nesta função até que um dia a Professora Setsuko Sato (in memoriam) me chamou em sua sala e disse “Você deve ser professor! Você é bom nisso!”. Fiquei sem palavras, mas a semente saiu da dormência. A semente começou a germinar
Ou 3x de R$27,33 s/ juros
Memórias de professores e professoras de química
R$0,00PREFACIAR um livro de memórias, de vida social e vivências acadêmicas, por um professor que chegou nesta carreira por vias alquímicas não me pareceu uma tarefa fácil. Foi um desafio retroceder ao
dia que cheguei em meus pais e disse “infelizmente não serei mais um farmacêutico bioquímico…, mas serei um professor de química”. Me recordo
do olhar incrédulo do meu pai e do olhar vazio da minha mãe, afinal, eu estava caminhando para o último período do curso de Farmácia e a esperança
de um filho “doutor” havia decantado.
Era um sonho de infância trabalhar em um laboratório de análises
clínicas, pois sempre fui fascinado pelos elementos celulares sanguíneos.
Como pode existir entes tão simples (ironia) desempenharem funções de defesa, coagulação e transporte de gases?
O gosto pelo universo sanguíneo veio de uma sessão cinema que tive
na escola, ainda no ensino fundamental. A professora de Ciências passou o
filme “Viagem Insólita” (Joe Dante, 1987), cujo enredo se baseia na miniaturização de um submarino que, acidentalmente, é injetado num corpo humano. Nesta viagem, dentro do corpo humano, o personagem principal, piloto do submarino, é levado por todo o corpo humano por meio das artérias
e veias. Foi fascinante. Foi incrível! Era isso que eu queria, conhecer o corpo
humano por dentro, claro que não miniaturizado, mas por um microscópio.
Voltando ao curso de Farmácia, aquilo não estava me parecendo empolgante. Havia algo ali que não estava dentro do roteiro que eu havia traçado.
Minha trajetória começou a ser um reagente limitante logo no segundo ano
quando assumi a monitoria de Química Geral e Inorgânica. Os monitores tinham um espaço próprio na universidade: uma sala (pequena) com lousa e carteiras. Eu tinha meus horários fixos e deveria cumprir 8 horas por semana.
Naquele momento, minha primeira superfície de contato como “auxiliar do professor” foi o catalisador para uma série de reações (cognitivas),
algumas coerentes e outras nem tanto: Se sou um “auxiliar de e para aprendizagem”, não seria necessário repensar uma maneira de ensinar meus colegas
de modo que compreendam, e não decorem, os conceitos e conteúdos? Vejam: eu era apenas um aspirante a farmacêutico que nem sabia da existência
de uma área de pesquisa chamada ensino de química que, naquela época, já
estava em ebulição com publicações e eventos.
Não foi apenas uma singular experiência em monitoria. Vários semestres nesta função até que um dia a Professora Setsuko Sato (in memoriam)
me chamou em sua sala e disse “Você deve ser professor! Você é bom nisso!”.
Fiquei sem palavras, mas a semente saiu da dormência.
A semente começou a germinar. Eu preciso dizer que, enquanto estudante de Farmácia, eu também era estudante de Ciências Biológicas, em
outra universidade. Não que eu tenha ingressado neste curso para ser professor, uma vez que era um curso de licenciatura, mas na minha cabeça, em
sendo biólogo, as chances de ser um profissional com uma dupla formação
para a área de análises clínicas poderia ser algo que me destacasse dos outros.
Os semestres foram passando até que a decisão chegou: eu quero ser
professor, mas por onde começar? Primeiro, convencendo meus pais e, segundo, solicitar uma transferência interna para o curso de Licenciatura em Ciências com habilitação em Química. A primeira, já relatado aqui, foi de aceitação
e compromisso. O segundo, a transferência de curso foi aceita de imediato.
No entanto, um terceiro desafio apareceu como doses homeopáticas,
mas ramificado como uma complexa cadeia carbônica: como se torna professor? O que se lê? Quem forma professor? O que é um referencial teórico?
Eu preciso saber pedagogia? Esse turbilhão de perguntas que lentamente foram sendo respondidas, refletidas, discutidas e reelaboradas ao longo destes
anos estão aqui nesta obra.
Este livro de memórias de professores e professoras de Química é um
compartilhar de pensamentos, referências, formação e afetos. Os(as) autores(as) aqui presentes fazem parte da minha formação e arrisco em generalizar
que fazem parte da nossa formação, da nossa pesquisa e da nossa cultura como
professor(a)/pesquisador(a) na área de ensino de química. Alguns como os pioneiros desta área.
Mas essa obra não é uma viagem insólita. Percorrer as páginas desta
obra, capítulo a capítulo, é um processo de volta ao tempo, de (re)conhecer
os(as) desbravadores(as) que nos abriram caminhos de conquista, de consolidação, de discussão e de formação. Graças a eles(as) e suas inspiradoras histórias de vida, novas ramificações desta cadeia de pensamento puderam nascer; novas sementes puderam germinar; novos frutos puderam ser colhidos
no chão da escola e novos olhares, políticas públicas e compromissos sociais
puderam nascer no horizonte.
Aqui, nestas páginas, não iremos encontrar reações de síntese ou
substituição, mas reações em cadeia que nos leva a admirar, inspirar, construir e reconstruir nossas histórias acadêmicas e de vida, tendo como objetivo o singular desejo de uma educação de qualidade, uma escola ética, democrática, acolhedora, antirracista, plural, integradora e segura para podermos formar agentes sociais transformadores.
Que possamos, por meio destas páginas, sermos também agentes
transformadores e inspiradores aos estudantes da graduação, pós-graduação, professores(as) da Educação Básica e Superior. Que essa obra seja uma
colheita coletiva que irá alimentar novas e duradouras gerações com passados incertos, presentes desafiadores e futuros promissores.
E neste prefácio que, para mim, foi quase um manifesto de gratidão
a esses(as) professores(as) pesquisadores(as) aqui presente e outros que estão
em outro plano e em nossas memórias, agradeço por ter nos ensinado a criar
possibilidades para nossa própria produção e cons
P
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Capa Memórias de professores e professoras de química